terça-feira, 24 de março de 2015

Mãe é investigada suspeita de vender bebê na cidade de Feira de Santana

Acusada
 Mais um caso suspeito de compra de bebê é investigado pela Polícia Civil de Feira de Santana após denúncia anônima recebida nesta segunda-feira (23/03) pela delegacia Claudine Passos, da Delegacia do Adolescente Infrator (DAI). A principal suspeita é a mãe, de 22 anos, que prestou depoimento na unidade. "Estamos apurando se foi venda ou se recebeu recompensa", afirmou a delegada.

A mãe compareceu à delegacia junto com o bebê, que nasceu no dia 1° de março e tem apenas 22 dias de vida. Segundo a delegada, a denúncia anônima informou que a "venda" teria sido por R$ 4 mil. Claudine Passos constatou que o nome do pai foi trocado na certidão de nascimento. Como justificativa, a mãe alegou que o pai biológico é um presidiário e que ela o substituiu com o nome de uma outra pessoa que conheceu na cidade de Alagoinhas para conseguir emprego.
"Na certidão, tem outro pai que não é o biológico. Ela foi passear em Alagoinhas e lá conheceu um homossexual. Ele teria sugerido a ela registrar o filho como sendo dele. Em troca, ele daria emprego para ela e uma amiga. Se houve pagamento, foi dele, que registrou a criança. Nós já checamos no presídio e ela costumava visitar um rapaz como sendo a sua esposa", explica. A delegada afirma que ela vai responder ao caso em liberdade.
 
Outro caso
Em janeiro deste ano, a compra de um bebê por R$ 5 mil também passou a ser investigada na delegacia de Feira de Santana. A mãe biológica do bebê é de Fortaleza, no Ceará. Ela disse à polícia que não recebeu dinheiro e deu a criança por não ter condição financeira de criá-la.
 
A mulher de 27 anos tem dois filhos criados pelo pai biológico. A menina entregue à família da Bahia é o terceiro filho da diarista, de pai diferente. Ela ficou 40 dias internada quando recebeu alta no dia 10 de março.
 
O casal de Feira de Santana suspeito de comprar a criança chegou a ser preso, mas foi liberado do presídio regional por meio de alvará de soltura concedido pelo plantão judiciário. O advogado dos suspeitos, Guga Leal, negou que o eles tenham comprado a menina. Segundo ele, os casal iria procurar as medidas cabíveis para adotar o bebê.
Informações do g1 e foto reprodução Tv Subaé 

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